BRASIL

 

1. Rede Sementes de Arvores nativas.


Objetivo: Aumentar a diversidade florística e genética das sementes utilizadas nos esforços de restauração ecológica.

Instituições participantes: Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal (LERF/ESALQ/USP - www.lerf.esalq.usp.br) e Bio Flora (www.viveirobioflora.com.br).


Pesquisadores: Ricardo Ribeiro Rodrigues – coordenação geral (rrr@esalq.usp.br); André Gustavo Nave – coordenação geral (agnave@esalq.usp.br); Pedro H.S. Brancalion – gerente (pedrohsb@yahoo.com.br).

Contato: Pedro H.S. Brancalion (pedrohsb@yahoo.com.br).



2. Diversidade, dinâmica e conservação em florestas do Estado de São Paulo: 40ha de parcelas permanentes


Objetivo: compreender as diferenças entre os quatro principais tipos de floresta do Estado de São Paulo (Floresta de Restinga, Floresta Ombrófila Densa, Floresta Estacional Semidecidual e Cerradão) e promover uma adequação das práticas de manejo e conservação desses ambientes.


Instituições participantes e Pesquisadores: ver em http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=00672058CK5M9I ou em http://www.lerf.esalq.usp.br. 




3. Programa de Adequação Ambiental de Propriedades Agrícolas


Objetivos (http://www.lerf.esalq.usp.br/indexadeq.html):


- realizar o zoneamento ambiental das propriedades, municípios ou microbacias envolvidas, com mapeamento (SIG) e planejamento das ações de preservação e recuperação das diversas situações de degradação encontradas;

- indicar as estratégias adequadas de recuperação de áreas degradadas, principalmente em Áreas de Preservação Permanente e Reservas Legais, instituídas no Código Florestal Brasileiro;

- realizar o levantamento florístico dos remanescentes florestais existentes nas propriedades;

- marcar matrizes de espécies nativas regionais nos fragmentos remanescentes da propriedade e região, com diversidade florística e genética;

- elaborar trilhas interpretativas de espécies vegetais para serem utilizadas em atividades de educação ambiental;

- auxiliar na implantação de viveiros florestais de espécies nativas regionais, com produção destinada às atividades de recuperação de áreas degradadas e fomento;

- difundir o conhecimento de tecnologias de recuperação de áreas degradadas e capacitação técnica de profissionais, funcionários de empresas/municípios e estudantes universitários.

- capacitar alunos de Graduação e Pós-Graduação dos diversos cursos da ESALQ/USP e de outras Instituições de Ensino Superior conveniadas à ESALQ para atuar em atividades de Adequação Ambiental, notadamente de propriedades rurais, em face à legislação ambiental vigente.


Instituições participantes:

Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal (LERF/ESALQ/USP - www.lerf.esalq.usp.br).


Pesquisadores:

Ricardo Ribeiro Rodrigues – coordenação geral (rrr@esalq.usp.br); Sérgius Gandolfi – coordenação geral  (sgandolf@esalq.usp.br) e André Gustavo Nave – gerência (agnave@esalq.usp.br).

Contato:

Ricardo Ribeiro Rodrigues – coordenação geral (rrr@esalq.usp.br).


          
      


4. Ecologia evolutiva de palmeiras em diferentes formações florestais do Estado de São Paulo


Objetivo:

investigar a contribuição de adaptações locais e da plasticidade em sementes e plântulas para a ocorrência das palmeiras Euterpe edulis e Syagrus romanzoffiana em diferentes formações florestais do Estado de São Paulo (Floresta de Restinga, Floresta Ombrófila Densa; Floresta Estacional Semidecidual e Cerradão).

Instituições participantes:

Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal (LERF/ESALQ/USP - www.lerf.esalq.usp.br).

Pesquisadores:

Pedro H.S. Brancalion – doutorando (pedrohsb@yahoo.com.br) e Ricardo Ribeiro Rodrigues – orientador (rrr@esalq.usp.br).

Contato:

Pedro H.S. Brancalion (pedrohsb@yahoo.com.br).






5. Uso de semeadura direta de espécies arbóreas nativas para recuperação de áreas degradadas


Objetivo:

analisar a viabilidade metodológica e econômica da semeadura direta no campo de espécies florestais nativas como estratégia de recuperação de áreas degradadas.

Instituições participantes:

Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal (LERF/ESALQ/USP - www.lerf.esalq.usp.br), Usina São João (http://www.usj.com.br/).

Pesquisadores:

Ingo Isernhagen – doutorando (ingoise@gmail.com), Pedro H.S. Brancalion – doutorando (pedrohsb@yahoo.com.br), Elaine Cristina Casula Isernhagen (elainecasula@yahoo.com.br) e Ricardo Ribeiro Rodrigues – orientador (rrr@esalq.usp.br).

Contato:

Ingo Isernhagen (ingoise@gmail.com).



6. Estudo da vegetação como subsídio para restauração de ambientes alterados pela mineração de carvão no sul do Estado de Santa Catarina, Brasil.


Objetivos:

- Conhecer as espécies vegetais dos remanescentes de Floresta Ombrófila Densa da região sul catarinense e a vegetação espontânea que se desenvolve sobre os estéreis de mineração a céu aberto;

- Fornecer informações sobre categorias sucessionais, formas e ciclo de vida, interação fauna-flora e fenologia das espécies, para subsidiar trabalhos de restauração de áreas carboníferas mineradas;

- Avaliar as características do solo da floresta e do "solo construído" em áreas mineradas a céu aberto;

- Indicar espécies vegetais para restauração das áreas degradadas com base na sucessão ecológica secundária, interação fauna-flora e peculiaridades inerentes de cada espécie;

- Divulgar os resultados da pesquisa realizada para profissionais envolvidos em trabalhos de recuperação de áreas degradadas pela lavra de carvão mineral a céu aberto e técnicos da área ambiental que necessitem de conhecimentos para tomada de decisão.

Instituições participantes:

Universidade Do Extremo Sul Catarinense (UNESC) (www.unesc.net) e Universidade Federal do Paraná (UFPR) (www.ufpr.br).

Pesquisadores:

Profa. Dra. Vanilde Citadini-Zanette – Bióloga, Coordenadora – vcz@unesc.net

Prof. Dr. Álvaro José Back – Engenheiro Agrônomo – ajb@unesc.net

Prof. Dr. Robson dos Santos – Biólogo - rsa@unesc.net

Profa. Dra. Birgit Harter-Marques – bhm@unesc.net

Profa. Dra. Raquel Rejane B. Negrelle – Bióloga - negrelle@ufpr.br

Prof. MSc. Rafael Martins – Biólogo- rfm@unesc.net

Prof. MSc. Roberto Recart dos Santos – Engenheiro Agrônomo - rrs@unesc.net

Biólogo, MSc. Alecsandro Schardosin Klein – Biólogo - alecsbio@yahoo.com.br

Contatos: Profa. Dra. Vanilde Citadini-Zanette – vcz@unesc.net e Prof. Dr. Robson dos Santos – Biólogo - rsa@unesc.net



7. Cultivo da samambaia preta [Rumohra adiantiformis (G.Forst.) Ching] na recuperação de áreas degradadas pela mineração de carvão, Criciúma, Santa Catarina, Brasil


Objetivo(s):

- Verificar a viabilidade do cultivo da samambaia-preta consorciada com bracatinga (Mimosa scabrella Benth.) para recuperar áreas degradadas pela mineração de carvão;

- Descrever os aspectos legais para o estado de Santa Catarina do cultivo e comercialização da samambaia-preta enquanto espécie nativa;

- Conhecer a autoecologia e avaliar parâmetros de crescimento e desenvolvimento da samambaia-preta em sistema de cultivo.


Instituições participantes:

Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) www.unesc.net

Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) www.ufsc.br

Sindicato da Indústria da Extração de Carvão do Estado de Santa Catarina (SIECESC) www.siecesc.com.br

Pesquisadores:

Bióloga Edilane Rocha – Mestranda PPGCA/UNESC – edilane_r@hotmail.com

Profa. Dra. Vanilde Citadini-Zanette – Profa. Orientadora– vcz@unesc.net

Prof. Dr. Maurício Sedrez dos Reis – Prof. Co-orientador – msr@cca.ufsc.br

Contato:

Profa. Dra. Vanilde Citadini-Zanette – vcz@unesc.net



8. Composição florística e estrutural das sinúsias herbácea e arbórea e relação com o solo, ao longo de diferentes gradientes altitudinais na Floresta Atlântica, Sul de Santa Catarina, Brasil.


Objetivo(s):

- Determinar a estrutura comunitária da Floresta Ombrófila Densa em três faixas altitudinais distintas;

- Verificar possíveis correlações entre as variações na estrutura dos componentes arbóreos e herbáceo (abundância específica) em função de fatores ambientais (topográficos e edáficos)

- Analisar possíveis alterações florísticas, referentes às variações de cota de altitude;

- Fornecer informações para subsidiar projetos de restauração de áreas degradadas em condições similares.

Início: março/2008 / Término: fevereiro/2010


Instituições participantes:

Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) www.unesc.net

Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) www.ufrgs.br


Pesquisadores:

Profa. Dra. Vanilde Citadini-Zanette – Bióloga, Coordenadora – vcz@unesc.net

Prof. Dr. Álvaro José Back – Engenheiro Agrônomo – ajb@unesc.net

Prof. Dr. João André Jarenkow – Biólogo - jarenkow@portoweb.com.br

Prof. Dr. Robson dos Santos – Biólogo - rsa@unesc.net

Prof. MSc. Rafael Martins – Biólogo - rfm@unesc.net

Biólogo, Marcelo Romagna Pasetto

Bióloga, Edilane Rocha

Acadêmico de Ciências Biológicas San Zatta Custódio

Acadêmico de Ciências Biológicas Jean Gabriel Cemin


Contatos:

Profa. Dra. Vanilde Citadini-Zanette – vcz@unesc.net e Prof. MSc. Rafael Martins – Biólogo - rfm@unesc.net



9. Clickarvore


Objetivo(s):

É um programa de reflorestamento em que a SOS Mata Atlântica oferece mudas de árvores nativas aos proprietários que se dispõem a plantá-las. Os internautas participam através de um click na página do programa, viabilizando a doação das mudas, patrocinadas por empresas parceiras, principalmente pelo Banco Bradesco, maior patrocinador desta iniciativa. No site (www.clickarvore.com.br) também é possível verificar as vistorias que acompanham o desenvolvimento das florestas.


Instituições participantes:

viveiros fornecedores (35).


Pesquisadores:

Ludmila Pugliese – Gerente de Restauração (restauracao@sosma.org.br) e Aretha Medina – Coordenadora Técnica (clickarvore@sosma.org.br)


Contatos:

idem acima.


10. Fomento a viveiros


Objetivo(s):

Este programa tem por objetivo apoiar instituições e organizações a montarem um viveiro. As mudas iniciais produzidas nestes viveiros são doadas a proprietários, compensado o investimento de recurso e garantindo a qualificação da demanda.  O programa se enquadra nos moldes do Clickarvore, uma vez que funciona da mesma forma, ou seja com a doação de mudas além de contar com os mesmos patrocinadores. Os viveiros são selecionados via edital.

Instituições participantes:

viveiros fornecedores (4).

Pesquisadores:

Ludmila Pugliese – Gerente de Restauração (restauracao@sosma.org.br) e Aretha Medina – Coordenadora Técnica (clickarvore@sosma.org.br)

Contatos:

idem acima.



11. Florestas do Futuro


Objetivo(s):

(www.florestasdofuturo.org.br) É um programa de restauração de áreas preferencialmente aquelas que contribuem com a conservação da água e da biodiversidade. Neste programa a SOS Mata Atlântica executa todo o processo de implantação e manutenção de áreas restauradas. É patrocinado por empresas, instituições e pessoas que tem por objetivo a compensação de suas emissões  ou o simples interesse por contribuir para a melhoria do ambiente e a conservação da natureza. Os reflorestamentos estão atrelados a programas de educação ambiental.

Instituições participantes:

empresas reflorestadoras.

Pesquisadores:

Ludmila Pugliese – Gerente de Restauração (restauracao@sosma.org.br) e Rafael Bitante  – Coordenador Técnico (ff.apoio@sosma.org.br).

Contatos:

idem acima.



12. Viveiros Comunitários


Objetivo(s):

Este programa apresenta todas as etapas do processo de restauração florestal. Uma instituição com representação local que, em parceria com a SOS Mata Atlântica, é responsável por gerenciar um viveiro, implantar projetos de restauração e extensão florestal, além de educação ambiental.  O Programa Viveiros Comunitários tem com principal objetivo a geração de trabalho e renda locais, o fomento a instituições e a restauração florestal. Assim como no caso do Florestas do Futuro, prevê a implantação e manutenção de áreas de restauração e conta com os mesmos patrocínio. As instituições parceiras são selecionadas através de edital.

Instituições participantes:

viveiros envolvidos.

Pesquisadores:

Ludmila Pugliese – Gerente de Restauração (restauracao@sosma.org.br), Rafael Bitante  – Coordenador Técnico (ff.apoio@sosma.org.br), Carolina Matias - Coordenadora Técnica (restauracao.apoio@sosma.org.br)

Contatos:

idem acima.



13. Dinâmica de áreas em restauração no Pontal do Paranapanema, SP


Objetivo:

Avaliar a dinâmica da comunidade arbórea em áreas em processo de restauração plantadas com diferentes modelos.

Instituições participantes:

Instituto Florestal de São Paulo, Seção de Ecologia Florestal – http://www.iflorestal.sp.gov.br/

ESALQ/USP - Departamento de Ciências Florestais, Centro de Métodos Quantitativos - http://cmq.esalq.usp.br/wiki/doku.php

Duke Energy International

Pesquisadores:

Flaviana Maluf de Souza – Pesquisadora Científica – Instituto Florestal de São Paulo, Seção de Ecologia Florestal – flavianams@yahoo.com.br

João Luís Ferreira Batista – Professor do Departamento de Ciências Florestais, ESALQ / USP

Contato:

Flaviana Maluf de Souza – flavianams@yahoo.com.br



Área plantada em 1993, Itaguajé – PR, Brasil.



Aspecto da regeneração natural em área com 15 anos de idade, Rosana – SP, Brasil.


14. Programa de Conservação da Biodiversidade da Mata Atlântica – Corredor Nordeste do Brasil


Objetivo(s):

Promover pesquisa ecológica, criação de reservas privadas, restauração ecológica e adequação ambiental de propriedades rurais e criação de planos de manejo para áreas prioritárias deste centro de endemismo da Mata Atlântica do Brasil.


Instituições participantes:

CEPAN (www.cepan.org.br).


Pesquisadores:

Felipe Pimentel Lopes de Melo (fplmelo@gmail.com), Sônia Aline Roda (soniaroda@terra.com.br), Severino Rodrigo Ribeiro Pinto (severinorodrigo@gmail.com).

Contato:

Felipe Pimentel Lopes de Melo (fplmelo@gmail.com).


15. Programa Matas Legais e Projeto Planejando Propriedades e Paisagens


Objetivo(s):

Programa Matas Legais: Desenvolver um programa de Conservação, Educação Ambiental e Fomento Florestal que ajude a preservar e recuperar os remanescentes florestais nativos, melhore a qualidade de vida da população e minimize impactos da produção florestal, levando em consideração o planejamento de propriedades e paisagens.

Projeto Planejando Propriedades e Paisagens: Desenvolver e implantar modelos de planejamento de propriedades e paisagens, visando a conservação da Mata Atlântica, a melhoria de qualidade de vida e o incremento de renda, através da doação e difusão de alternativas econômicas ambientais sustentáveis em propriedades rurais em Santa Catarina.

Instituições participantes:

Programa Matas Legais: Klabin S/A

Projeto Planejando Propriedades e Paisagens: Fundação O Boticário de Proteção à Natureza


Pesquisadores:

Leandro da Rosa Casanova (Engenheiro Florestal) – leandro@apremavi.org.br

Contato:

Edegold Schäffer – edegold@apremavi.org.br


Desenvolvimento de atividades de educação ambiental com crianças, no Viveiro Jardim das Florestas, Atalanta – Projeto Planejando Propriedades e Paisagens.



Foto aérea do Sitio Serra do Pitoco, Atalanta (SC) – Projeto Planejando Propriedades e Paisagens.



Implantação das áreas experimentais realizada pela equipe da Apremavi - Projeto Planejando Propriedades e Paisagens.


16. Programa de Reflorestamento do Reservatório de Capivara


Objetivo(s):

Restaurar e monitorar 4.200ha de florestas às margens do Reservatório de Capivara (Rio Paranapanema, PR/SP).

Instituições participantes:

Laboratório de Biodiversidade e Restauração de Ecossistemas (www.uel.br/ccb/labre/), da Universidade Estadual de Londrina, Duke Energy International – Geração Paranapanema S/A, Ministério Público do Estado do Paraná, Consórcio Intermunicipal da Bacia Capivara, Instituto do Meio Ambiente e Recursos Renováveis – IBAMA.

Pesquisadores:

José Marcelo Domingues Torezan (coordenador), Alba Lucia Cavalheiro, André L.L. Vanzela, Edmilson Bianchini, José Antônio Pimenta, José Lopes, Carlos Eduardo A. Julio, Luiz dos Anjos.

Contato:

José Marcelo Domingues Torezan (torezan@uel.br).



Reflorestamento com espécies nativas de seis anos de idade (em 2007), Reservatório de Capivara, município de Rancho Alegre (PR, Brasil).

Foto Márcio Seiji Suganuma, Julho de 2007



Área do Reservatório de Capivara, ainda por restaurar, em Alvorada do Sul (PR, Brasil). Ao fundo, reflorestamento com espécies nativas de quatro anos de idade (em 2008). Foto José Marcelo Torezan, Julho de 2008.


17. Projeto Jacutinga - Programa de Reflorestamento no Ribeirão Jacutinga (Paraná – Brasil)


Objetivo(s):

Restaurar e monitorar 400 ha de florestas às margens de ribeirões e riachos situados em propriedades rurais (predominantemente pequenas) na bacia hidrográfica do ribeirão Jacutinga (municípios de Londrina, Cambe e Ibiporã, estado do Paraná, Brasil).

Instituições participantes:

Laboratório de Biodiversidade e Restauração de Ecossistemas (www.uel.br/ccb/labre/), da Universidade Estadual de Londrina, Ministério Público do Estado do Paraná, Fundação de Apoio à Universidade Estadual de Londrina, Instituto Ambiental do Paraná.

Pesquisadores:

José Marcelo Domingues Torezan (coordenador), Alba Lucia Cavalheiro, André L.L. Vanzela.

Contato:

José Marcelo Domingues Torezan (torezan@uel.br).


Reflorestamento com espécies nativas, com um ano de idade (novembro de 2005) às margens do Córrego Bom Sucesso, em Cambé, Paraná, Brasil. O Sr. João Wasciki é um pequeno proprietário rural que aproveitou as linhas de plantio de árvores para cultivos temporários de hortaliças.


18. Subprojeto Restauração Florestal em Áreas de Reserva Legal no Noroeste do Estado do Paraná (Projeto Paraná Biodiversidade)


Objetivo(s):

propiciar a pequenos produtores alternativa de renda através da implantação de Reserva Legal, aliando-se a conservação ambiental (por meio da formação de bancos de germoplasma de espécies nativas locais e da recomposição das formações florestais e de sua biodiversidade, em conexão com Áreas de Preservação Permanente) com a venda de madeira de eucalipto e de espécies nativas para diversos usos, de créditos de carbono e de sementes de qualidade genética para fins comerciais e ambientais.

Instituições participantes:

Secretaria Estadual do Planejamento (SEPL) (coordenação), Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SEMA), Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Paraná (EMATER/PR) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa, Unidade Embrapa Florestas).

Pesquisadores:

Erich Shaitza (coordenação - erich.schaitza@sepl.pr.gov.br), Ananda Virgínia de Aguiar, Jarbas Shimizu, Edilson Batista de Oliveira (edilson@cnpf.embrapa.br), Letícia Penno de Sousa (a partir do 2º nome – pesquisadores Embrapa Florestas).

Contato:

Erich Shaitza (coordenação - erich.schaitza@sepl.pr.gov.br).


19. Revegetação das Margens da Represa do Iraí e de seus rios tributários


Objetivo(s):

resgate da vegetação florestal perdida com o alagamento para construção da represa do Iraí (Pinhais, Quatro Barras e Piraquara, PR) através de plantios com 17 espécies arbóreas nativas, considerando sua adaptação quanto ao regime hídrico dos solos, a atração à fauna e a produção de biomassa e sombreamento.

Instituições participantes:

SANEPAR - Companhia de Saneamento do Paraná (coordenação e financiamento), Embrapa Florestas e Universidade Federal do Paraná. 

Pesquisadores:

Cleverson Andreoli e Charles Carneiro (coordenação geral pela Sanepar), Letícia Penno de Sousa (Coordenação pela Embrapa Florestas), Fernando Grossi (Coordenação pela UFPR), Alessandro Camargo Angelo (UFPR – Alessandro. angelo@ufpr.br), Gustavo Ribas Curcio (curcio@cnpf.embrapa.br), Ivar Wendling (Embrapa Florestas), Franklin Galvão (UFPR), Antônio Carlos de Souza Medeiros (Embrapa Florestas), Yeda Maria Malheiros de Oliveira (Embrapa Florestas), Maria Augusta Doetzer Rosot (Embrapa Florestas), Marlise Zonta (técnico - Embrapa Florestas), Antônio Carlos Nogueira (UFPR).

Contato:

Letícia Penno de Sousa (leticia@cnpf.embrapa.br).


20. Projeto Reencaminhar - reconstituição da cobertura vegetal


Objetivo(s):

promover a recuperação de áreas degradadas ao longo de diversos trechos das rodovias BR-277 e BR- 373, nos municípios paranaenses de Palmeiras, Imbituva, Prudentópolis, Irati e Guarapuava, através de plantios com 20 espécies arbóreas nativas da região, ajustados às condições físico-hídricas do substrato.

Instituições participantes:

Embrapa Florestas.

Pesquisadores/técnicos:

Letícia Penno de Sousa (coordenação), Gustavo Ribas Curcio, Ivar Wendling, Renato Dedececk, Emílio Rotta, Antônio Carlos de Souza Medeiros, Yeda Maria Malheiros de Oliveira, Maria Augusta Doetzer Rosot, Marlise (técnico) Zonta, Edelberto Gebauer (técnico). 

Contato:

Letícia Penno de Sousa (leticia@cnpf.embrapa.br).


21. Diagnóstico, monitoramento e recuperação de áreas impactadas pela mineração de níquel na bacia do Alto Tocantins


Objetivo(s):

Os municípios de Niquelândia e Barro Alto, Goiás, possuem uma das maiores reservas mundiais de Ni, metal altamente demandado na produção de aço inoxidável. Embora a atividade mineradora tenha elevada importância socioeconômica, os impactos ambientais decorrentes da exploração são intensos e se revelam na supressão da vegetação da área explorada, na forma de diversos rejeitos e na contaminação de solos e corpos d água adjacentes. Uma forma de minimizar estes problemas seria utilizar técnicas inovadoras de recuperação de ecossistemas considerados raros, como é o caso dos maciços ultramáficos de Goiás, bem como técnicas de controle dos processos de degradação e técnicas de mitigação do impacto de contaminantes ambientais. Os experimentos de restauração devem apoiar-se nos trabalhos de botânica e de ecologia vegetal, assim como nos conhecimentos ligados a biodisponibilidade dos metais e a adaptação dos seres vivos. O sucesso das tentativas de revegetação dependerá da disponibilidade dos elementos metálicos no solo e da escolha adequada ou relevante das espécies vegetais para recolonizar o meio. Nesse contexto, o objetivo da presente proposta é diagnosticar, monitorar e recuperar áreas impactadas pela mineração de níquel na Bacia do Alto Tocantins. Os conhecimentos gerados por esse projeto poderão trazer subsídios para definir estratégias públicas e privadas, envolvendo principalmente as empresas mineradoras, para a conservação da diversidade vegetal dos complexos ultramáficos e para uso da flora nativa em técnicas de recuperação de áreas degradadas, bem como, futuramente, técnicas de fitorremediação/fitoextração, levando ao equilíbrio entre os processos de exploração mineral e a preservação de parte da biota remanescente nesses ambientes.

Instituições participantes:

Embrapa Cerrados, IRD, UnB.

Pesquisadores/técnicos:

Fabiana de Gois Aquino, Leide Rovênia Andrade, Thierry Becquer, Guillaume Echevarria, Roger Reeves, Zenilton Miranda, Solange Andrade.

Contato:

Fabiana de Gois Aquino (fabiana@cpac.embrapa.br). 


22. A regeneração natural como fonte de mudas para a restauração florestal


Objetivo(s):

Avaliar o potencial da regeneração natural sob remanescentes naturais e plantios de Eucalyptus como fonte de mudas para a restauração florestal, com base na riqueza e densidade da comunidade regenerante, presença de espécies pouco comuns na restauração e sobrevivência das plântulas quando transplantada para viveiro.

Instituições participantes:

USP/ESALQ/LERF (http://www.lerf.esalq.usp.br/) eUnicamp.

Pesquisadores/técnicos:

Ricardo Augusto Gorne Viani (ragviani@yahoo.com.br), Ricardo Ribeiro Rodrigues, (prof. Doutor, USP-ESALQ, rrr@esalq.usp.br).

Contato:

Ricardo Augusto Gorne Viani (ragviani@yahoo.com.br.


Fotos: Da esquerda para a direita, retirada de plântula do subosque florestal, plântula sendo transplantada em viveiro e aspecto das mudas alguns meses após o transplante.


23. Adaptações locais no estabelecimento de palmeiras em florestas tropicais


Objetivo(s):

Identificar possíveis ecótipos nas palmeiras Euterpe edulis e Syagrus romanzoffiana para subsidiar a definição de zonas de coleta de sementes para a Restauração Ecológica de florestas tropicais do Sudeste do Brasil.

Instituições participantes:

Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal (LERF) da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”/ Universidade de São Paulo.

Pesquisadores:

Pedro Henrique Santin Brancalion (Doutorando – pedrohsb@yahoo.com.br) e Ricardo Ribeiro Rodrigues (Orientador – rrr@esalq.usp.br).

Contato:

Pedro Henrique Santin Brancalion (pedrohsb@yahoo.com.br).








24. Restauração das matas ciliares da microbacia hidrográfica do Ribeirão São João (Mineiros do Tietê, São Paulo)


Objetivo(s):

plantar espécies nativas regionais e monitorar trechos das matas ciliares da Microbacia Hidrográfica do Ribeirão São João (Mineiros do Tietê,SP) para a restauração ecológica das Florestas Ribeirinhas, com a participação dos produtores rurais e suas famílias e envolvimento da comunidade.

Instituições participantes:

CATI (Secretária de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo); Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiróz” (ESALQ) da Universidade de São Paulo (USP); Instituto Florestal (IF) da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

Pesquisadores:

Dr.a Cláudia Mira Attanasio, Prof. Dr. Sergius Gandolfi, Dr.a Maria Teresa Toniato, M.Sc. Bruno Barbuy Zaneti, M.Sc. Guilherme Castanho.

Contato:

Dr.a Cláudia Mira Attanasio (cmattana@esalq.usp.br).






25. Evaluación de la sostenibilidad ecológica de bosques ribereños restaurados: la disponibilidad y la estacionalidad de los recursos reproductivos de la flora


Objetivo(s):

Evaluación de la oferta de recursos (flor y fruto) y la fenología de plantas de todas las formas de vida en las zonas restauradas, considerando zonas con diferentes edades de restauración. Investigar como estos indicadores son alterados durante el proceso de restauración y como pueden ser utilizados en la evaluación y monitoreo de la restauración. También, se propondrán grupos funcionales de las especies de plantas, obtenidos a través de un análisis multivariado, con base en las características reproductivas de las plantas.

Instituições participantes:


Pesquisadores:

Letícia Couto Garcia (investigadora responsable, Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal/ESALQ-USP y Universidade Estadual de Campinas, garcialcbio@yahoo.com.br), Dr. Ricardo Ribeiro Rodrigues (Co-investigador, Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal/ESALQ-Universidade Estadual de São Paulo, rrr@esalq.usp.br), Dr. Flavio Antonio Mäes dos Santos (Co-investigador, Departamento de Botanica, Universidade Estadual de Campinas, fsantos@unicamp.br), Hellen Rebeca David (voluntareado) y Gustavo Girardelli (voluntareado).

Contato:

Letícia Couto Garcia – garcialcbio@yahoo.com.br


Aspectos y ubicación de una zona nativa (A) Floresta Estacional Semidecídua

(Mata Atlántica) y los sitios con diferentes edades de restauración (B: 54 años,

C: 22 años y D: 11 años), São Paulo, Brasil.


26. Programa de Recuperação de Mata Ciliar do Estado de Rondônia


Objetivo(s): 

promover a recuperação, preservação e  conservação das matas ciliares em todos os 52 municipios do Estado de Rondônia, de forma que a composição original permaneça ou se restabeleça, para que esta vegetação traga beneficios ambientais relacionados ao regime hidrico, ao fluxo de nutrientes, habitat aquático, à estabilidade do solo e à retenção de partículas e insumos agrícolas, ou seja, a função da mata ciliar.

Instituições participantes:

Secretaria de Estado do Desenvolvimento Ambiental (http://www.sedam.ro.gov.br/web/guest/MataCiliar) (SEDAM), EMATER, IDARON, Ministério Público Estadual, Tribunal de Justiça, SIPAM, Batalhão de Polícia Ambiental, UNIR, INCRA, entre outros.

Pesquisadores:

Kátia Regina Casula (coordenadora estadual do programa)

Contato:

Kátia Regina Casula (katiacasula@yahoo.com.br)


27. Recuperaçâo das nascentes e matas ripárias na bacia do Xingu através do plantio mecanizado da florestas

Objetivo(s): 

- viabilização técnica e econômica da restauração das áreas de preservação permanente ao longo da Bacia do Xingu; ampliar as áreas de restauração através de parcerias com os municípios inseridos na Bacia do Xingu, por meio da criação de programas municipais de restauração florestal de áreas de preservação permanente; avaliar a eficácia e aprimorar a técnica de semeadura de espécies arbóreas consorciadas a adubos verdes na restauração de áreas ripárias da Bacia do Alto Xingu, utilizando maquinários agrícolas; realizar cursos para capacitação de técnicos da região na área de restauração ecológica de áreas degradadas

Instituições participantes:

Instituto Socioambiental (www.socioambiental.org.br; www.yikatuxingu.org.br)

Pesquisadores:

Rodrigo Gravina Prates Junqueira – engenheiro agrônomo, Msc em Ciência Ambiental – Coordenador Adjunto do Programa Xingu do Instituto socioambiental – rodrigojunqueira@socioambiental.org

Eduardo Malta Campos Filho – biólogo - Técnico em Pesquisa do Instituto Socioambiental – responsável pelos projetos de restauração florestal - eduardomalta@socioambiental.org

José Nicola Martorano Neves da Costa- biólogo e Msc em Ciências da Engenharia Ambiental – Técnico em Pesquisa do Instituto Socioambiental - responsável pela Rede de Sementes do Xingu – nicola@socioambiental.org

Luciano Langmantel Eichholz- engenheiro florestal - Técnico em Pesquisa do Instituto Socioambiental – responsável pela execução dos plantios de restauração – luciano@socioambiental.org

Cassiano Marmet – técnico agrícola - Técnico em Pesquisa do Instituto Socioambiental – responsável pela execução dos plantios de restauração – cassiano@socioambiental.org

Junior Micolino da Veiga – gestor ambiental - Técnico em Pesquisa do Instituto Socioambiental – responsável pelos testes de germinação das sementes em viveiro – junior@socioambiental.org

Natalia Guerin – bióloga e Msc em Ciências da Engenharia Ambiental – Técnico em Pesquisa do Instituto Socioambiental – responsável pelo monitoramento das áreas em restauração - natalia@socioambiental.org

Contato:

Natalia Guerin natalia@socioambiental.org

                  
 

lunes 26 de octubre de 2009

 
 
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